Suruba de Caio Zabotto vira caso de polícia em São Carlos

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Caio divulgou cenas de sexo em redes sociais e pode terminar preso - DIVULGAÇÃO

Caio divulgou cenas de sexo em redes sociais e pode terminar preso – DIVULGAÇÃO

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Marco Rogério

O ex-candidato a vereador pelo PHS, Caio Zabotto, empresário de 27 anos, está sendo acusado de estupro e difamação e corre o risco de ser julgado, condenado e preso, depois de promover, na madrugada do último domingo, em sua casa, sexo grupal com uma mulher e um outro casal. Em 2012, Zabotto foi candidato a vereador e obteve 183 votos.

Depois de participar de uma balada no Banana Brasil, os dois casais teriam ido até a residência de Zabotto, onde praticaram sexo grupal, também chamado de suruba, swing ou ménage a trois. Após o fato, que foi filmado através de uma câmera de telefone celular, Zabotto divulgou as cenas nas redes sociais, através do whattsapp. As cenas viralizaram rapidamente e uma das moças denunciou Zabotto devido à exposição de sua intimidade sem autorização.

O inquérito policial que investiga o caso está sob o comando da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Carlos, através da sua titular, Denize Gobbi Szackal. Esta semana ela foi procurada por uma vendedora de 21 anos, a qual relatou que no último sábado, 5 de março, havia mantido relação sexual com um indivíduo, sendo que este filmou todo o ato e depois para a surpresa da mesma, divulgou nas redes sociais. No vídeo além da vendedora e o comerciante aparece outro casal. Todos mantiveram relação sexual juntos. A delegada ressaltou que foi procurada pela suposta vítima, a qual disse que o autor havia filmado e fotografado a pratica do ato sexual e libidinoso e postado nas redes sociais, principalmente no Whatsapp, para vários grupos dos quais ele participava.
Segundo a delegada, todos estavam e uma casa de shows situada na rodovia Washington Luis. Durante a madrugada foram para a casa do comerciante e ai aconteceu a relação sexual. “Diante da situação e das provas, estou apurando um eventual estupro e também uma difamação. Estupro em razão de que se o ato foi praticado com ela (a vítima) quando não tinha condições de responder por si, ou seja, bêbada ou se alguém colocou algo na sua bebida, pode caracterizar o estupro. A difamação pelo fato de estar difamando-a publicamente perante a sociedade, lançando vídeos de forma que várias pessoas tomam conhecimento. Tudo vai depender das provas para que eu possa decidir se houve mesmo o estupro ou se foi só a difamação. Veja bem, apesar da pena por difamação ser reduzida ( dois anos) temos que considerar o número de pessoas que tiveram acesso aos vídeos. Ou seja, se os vídeos foram repassados 200 vezes multiplicamos por 2 anos de pena.( 200×2). As pessoas que estão repassando esses vídeos também poderão responder por difamação”, enfatizou a delegada.

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