Instituto Toca realiza segunda edição do curso Intensivo em Agrofloresta

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Com duas semanas de duração, programa inclui visitas especiais e manejo de projetos que permeiam o tema

Entre os dias 09 e 20 de outubro, a Fazenda da Toca, por meio do Instituto Toca, promove a segunda edição do curso Intensivo em Agrofloresta, um programa de duas semanas de imersão ao tema, com visitas especiais.
Com foco em estudantes, recém-formados, jovens e todos aqueles interessados em iniciar e aprofundar seus conhecimentos no tema, o curso abordará os três projetos da Fazenda da Toca que permeiam a Agrofloresta: Projeto Horta; Projeto Educação e Projeto Pesquisa. A partir daí, os alunos terão a oportunidade de aprender sobre o planejamento, implantação e manejo de sistemas agroflorestais.
Além disso, os participantes farão visitas em dois projetos de Agrofloresta na região de Ribeirão Preto, o assentamento Mário Lago, constituído no ano de 2007 através de um Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS), e Fazenda São Luiz, fruto de um trabalho de muitas gerações que sempre tiveram muito amor e vínculo à terra.
Cada projeto conta com professores que ministram as aulas teóricas e práticas e orientam o desenvolvimento dos trabalhos. Olívia Gomes será a responsável pela Horta Agroflorestal, Mônica Passarinho falará sobre agrofloresta como ferramenta didática na educação; Everton Lemos, Valter Ziantoni e Paula Costa são pesquisadores em Agrofloresta para a Larga Escala; e Marcelo Shigematsu, que será o tutor do programa e estará presente em 100% das atividades.
A Fazenda da Toca tem o prazer de ser anfitriã nos cursos, oferecendo hospedagem e alimentação completa, em um ambiente agradável e calmo. Neste programa serão trabalhados grupos de autogestão, em que os próprios alunos serão responsáveis pelo preparo do café da manhã e jantar, em alojamento com a estrutura necessária para a realização das refeições. Como investimento, os participantes têm um custo a partir de R$ 1.450,00, que inclui alimentação completa e hospedagem.
Sobre os instrutores
Olivia Gomes é geógrafa pela UNESP – Rio Claro, agrofloresteira, aprende e atua seguindo os princípios de Ernst Gotsch e está envolvida com projetos de agrofloresta em assentamentos de reforma agrária e universidades. Atualmente coordena os cursos e vivências no Instituto Toca.
Mônica Passarinho é bióloga pela Universidade de Brasília (UnB), permacultora e educadora para sustentabilidade com especialização em Educação Gaia – Design para Sustentabilidade. Atua no Instituto Toca, no qual promove alfabetização ecológica. Iniciou seus trabalhos em 2005 no Instituto de Permacultura (Ipoema), em Brasília, e colaborou para a construção e desenvolvimento do currículo, planejamento e execução da disciplina Green Studies da Green School, em Bali, na Indonésia, que culminou no desenvolvimento do conceito de Educação de Transição.
Marcelo Shigematsu iniciou os trabalhos com agricultura orgânica em 2015 nos Estados Unidos, onde atuou como voluntário em uma fazenda de orgânicos. Colaborador do Instituto Toca desde 2016, tem focado seu trabalho na difusão dos sistemas agroflorestais através do programa de voluntariado da Fazenda.
Everton Lemos Silva é zootecnista pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e atua com pesquisas voltadas ao desenvolvimento e inovação de sistemas agroflorestais focados na produção animal, nutrição alternativa e bem-estar no Centro de Estudo e Inovação em Agrofloresta (CEIA), situado na Fazenda da Toca. Já participou de projetos relacionados à disseminação de sistemas silvipastoris através da recuperação de pastagens degradadas e comportamento de plantas forrageiras submetidas a sombra e intensidades de pastejo.
Valter Ziantoni é engenheiro florestal pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e msc em Agroforestry pela Bangor University. Entusiasta da transparência, compartilhamento, empoderamento e colaboração entre as pessoas; com foco em conectar, catalisar processos e encurtar distâncias. Ampla experiência em economia rural e modelos de desenvolvimento sustentável, com experiência internacional em cargos de liderança e diversos trabalhos voluntários. Atualmente, desenvolve projetos de pesquisa na seção de P&D da Fazenda da Toca, ajudando a consolidar um polo de excelência em inovação em processos produtivos e projetos agroflorestais de larga escala.
Paula Costa é engenheira florestal pela Escola Superior de Agricultura (ESALQ/ US) “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo e Bióloga pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Foi coordenadora do grupo de pesquisa em sistemas agroflorestais SAF-Pirasykáua da ESALQ/ USP e participou em projetos de extensão e assistência técnica com agricultores e assentados em São Paulo, Mato Grosso e Amazonas. Especialista e consultora em sistemas agroflorestais e silvicultura de espécies nativas e exóticas. Hoje, atua no Centro de Estudos e Inovação em Agrofloresta (CEIA) na coordenação da equipe de campo e no desenvolvimento de pesquisas e inovação nos sistemas de produção agroflorestais.
Serviço
II Curso Intensivo em Agrofloresta 
Data: de 09 a 20 de outubro de 2017
Local: Fazenda da Toca – Rodovia Washington Luiz, Km 204 – Itirapina – SP
Carga horária: 12 dias de imersão, 108 horas
Investimento:
R$ 1.450,00 (alimentação completa e hospedagem)
Preços especiais para grupos. Informações no e-mail [email protected]
Número de vagas: 20
Facebook: Instituto Toca
Instagram: @tocaorganicos
Instituto Toca
O Instituto Toca é uma associação sem fins lucrativos que acredita que, por meio do desenvolvimento integral com foco na alfabetização ecológica, a Educação pode ser diferente e regenerar pessoas e relações. Com uma abordagem educativa inovadora e proprietária, o Instituto mantém uma escola experimental para crianças de 2 a 6 anos na Fazenda da Toca; um Projeto de inovação na Escola Municipal Dulce de Faria Martins Migliorini em Itirapina (SP); e uma programação de cursos, eventos e vivências nas áreas de agricultura, educação e alimentação.
Fazenda da Toca
A Fazenda da Toca fica na cidade de Itirapina, a 200 km da capital de São Paulo. Ela abrange uma área de 2.300 hectares, com produção 100% orgânica, divididas em produção de frutas, ovos e grãos, tudo isso entre matas nativas, vila de moradores, áreas de pesquisas em agricultura regenerativa e o Instituto Toca, em plena harmonia com o ecossistema.
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