CPI dos Cheques vai ouvir empresário Luiz D’Agostino, o “Dão” nesta segunda-feira

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Vereadores da CPI reunidos na sala das sessões: gerentes pediram prazo para esclarecimentos - DIVULGAÇÃO

Vereadores da CPI reunidos na sala das sessões: gerentes pediram prazo para esclarecimentos – DIVULGAÇÃO

A CPI que investiga o caso do desvio de R$ 375 mil do cofre da Prefeitura Municipal de São Carlos colhe, nesta segunda-feira, 11 de julho, a partir das 9h, o depoimento do empresário Luiz Fernando Cresci D’Agostino. A agenda para esta semana inclui também os seguintes depoimentos: quarta-feira (13) às 9h, servidor público Ivan, da Garagem e às 10h30 Ilbes do setor de Tributação; quinta-feira (14) – Marco Antonio Di Thomazo Chireia, secretário de Serviços Públicos às 9h e Douglas Marangoni, secretário de Educação às 10h30; sexta-feira (15) – às 9h, Carlos Alberto Talarico, ex-diretor do Departamento de Iluminação Pública.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga desvios de dinheiro público e irregularidades nas contas da Prefeitura de São Carlos reagendou para o próximo dia 22 a reunião para ouvir gerentes dos bancos HSBC e Santander.

Na sequência deverá ser chamado para depor um doleiro que teria participação no caso investigado. Os gerentes seriam ouvidos na reunião realizada na tarde da última quinta-feira (7), quando as instituições bancárias encaminharam à Câmara, por meio de seus advogados, requerimentos de vistas aos autos e dilação de prazo para prestar esclarecimentos. Estiveram presentes à reunião, realizada na sala das sessões do Legislativo, o presidente da comissão, vereador Roselei Françoso (Rede) os demais componentes da comissão, vereadores Ronaldo Lopes (PT) – relator -, Dé Alvim (SDD), Eduardo Brinquedos (PSC) e Maurício Ortega (PSDB).

A CPI recebeu na última segunda-feira (4) documentação da Prefeitura e solicitará extratos de contas depois de verificar falta de cheques numa primeira análise da remessa enviada. Roselei informou que a comissão deve concentrar esforços na análise dos documentos do Executivo e também os obtidos junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP). Ele sugeriu a contratação de parecer técnico de engenharia para analisar contratos realizados pela Prefeitura com a empresa RL São Carlos Comércio de Material Elétrico referentes a serviços e obras.

A CPI foi constituída pelo Decreto Legislativo No.854 e portaria No. 426 para investigar possíveis desvios de dinheiro público por meio de troca de cheques pertencentes ao empresário Rinaldo Luiz Jordão junto aos cofres da Prefeitura e todos os contratos oriundos de convites de preços firmados pela Prefeitura até o valor de R$ 80 mil.

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Vereadores da CPI reunidos na sala das sessões: gerentes pediram prazo para esclarecimentos

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