Cotrim comemora 8 anos da inauguração da ETE do Monjolinho

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MARCO ROGÉRIO

Cotrim ao lado da então ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, na inauguração da ETE - divulgação

Cotrim ao lado da então ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, na inauguração da ETE – divulgação

Hoje, quinta-feira, 1 de dezembro, completam-se exatos 8 anos da inauguração da Estação de Tratamento de Esgoto do Monjolinho, em São Carlos. Sob o comando do presidente do SAAE, Eduardo Cotrim, a solenidade contou com a presença da senadora Marina Silva e de autoridades do Governo Federal e o então  prefeito Newton Lima. “Tenho orgulho de ter inaugurado uma das obras mais importantes da história de São Carlos e fundamental para o nossos desenvolvimento sustentável”, ressalta Eduardo Cotrim, que  em 2008 era presidente do SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto)

A ETE localizada na estrada municipal Cônego Washington José Pêra representa o resgate da degradação ambiental que a cidade e a região sofreram durante 150 anos. O projeto da ETE foi desenvolvido por pesquisadores da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP) e reconhecido nacionalmente como um dos melhores já realizados. A primeira etapa da Estação vai tratar 100% do esgoto gerado no município.

 A obra custou cerca de R$ 48 milhões, com a maior parte deste valor – R$ 34 milhões – oriunda de empréstimos da Caixa Econômica Federal através dos programas Pró-Saneamento e Saneamento para Todos, e o valor restante, investimentos do SAAE e da Prefeitura.

O projeto de construção da ETE foi desenvolvido por pesquisadores da Escola de Engenharia de São Carlos da USP e reconhecido nacionalmente como um dos melhores já realizados, tanto que recebeu do Prodes (Programa de Despoluição das Bacias Hidrográficas da Agência Nacional de Águas) um prêmio de R$ 21 milhões, pela qualidade do efluente tratado a partir de sua implantação total.

 Segundo Cotrim, a primeira etapa da estação viabilizou o tratamento de 100% do esgoto gerado na cidade, com uma vazão de aproximadamente 600 litros por segundo. Atualmente, são despejados no Córrego Monjolinho cerca de 500 litros/s. “Além de recuperarmos o meio ambiente com o tratamento do esgoto, a região do Monjolinho será um importante fomentador do turismo, pois no futuro serão reativadas três cachoeiras e será construído um parque ambiental”, disse.

 Ele lembrou que a ETE foi e será um importante gerador de empregos. Na sua construção foram criadas 300 vagas no mercado de trabalho e para sua operacionalização mais 50 vagas serão ocupadas. A Estação de Tratamento de Esgoto Monjolinho está localizada no antigo Sítio Adelaide, na estrada municipal Cônego Washington José Pêra. A localização faz fronteira ao norte pelo Ribeirão Monjolinho, ao sul pela estrada Cônego Pêra e ao leste com a antiga ferrovia.

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